“...Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes,
e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno.
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real,
a nação santa, o povo adquirido,
para que anuncieis as grandezas daquele
que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
(I João 2:14b; I Pedro 2:9)
Uma das maiores aspirações na vida cristã é sermos fiéis a Deus enquanto estivermos neste mundo. A maioria dos filhos e filhas do Senhor luta constantemente com a dificuldade de manter, no compromisso com uma nova vida, o padrão proposto nas Escrituras. De uma forma mais intensa, os jovens têm que lidar com a pressão que se estabelece na luta por manter-se fiéis a Deus.
Os valores e os padrões que a Palavra de Deus estabelece e exige do crente em Jesus Cristo, são um desafio diário para todos mas, para um jovem, eles assumem um peso diferenciado. Lidar com uma proposta de vida nos termos bíblicos é, a um só tempo, uma aspiração, um desafio e uma loucura para o jovem que, segundo a forma de viver do mundo, deveria estar aproveitando as coisas próprias da sua idade. Admitir a opção pela virgindade é “pagar o maior mico”, expor-se ao ridículo e ser considerado anormal. Recusar fumar, beber ou drogar-se é causar piedade por não saber aproveitar a vida. Não “ficar” é um desperdício das múltiplas ofertas para dar vazão aos apelos físicos dos hormônios e arriscar ser rotulado como “boiola” para os rapazes. Por todos os meios somos comprimidos e estimulados a abolir os valores e baixar os padrões espirituais.
Contudo, João e Pedro nos chamam a concentrar o nosso foco, não nas pressões e desafios que forçosamente enfrentaremos neste mundo mas, em nossa condição de filhos do Deus vivo e nas conquistas de Jesus para nos dar suporte nestes desafios e no como o Senhor nos ver a partir do sacrifício de Cristo. Estes contemporâneos de Jesus ressaltam o resultado da permanência da Palavra de Deus em nós, afirmando que somos fortes e que por vivenciá-la, vencemos o Maligno. Que Deus mesmo nos escolheu, constituiu, capacitou, tomou para si e nos santificou para servi-lo em pureza de vida e retidão de caráter.
Ser santo, num mundo conformado com todo tipo de impureza – física, moral e espiritual; exige dos filhos de Deus o mais profundo desejo e o mais disciplinado empenho em ser como Ele é. A santidade para o cristão está longe de ser apenas uma aspiração verbalizada em nossas orações ou discursos emotivos. Ela é uma exigência que testa o caráter do crente, ela deve ser modelada a partir da santidade de Deus, porque o padrão requerido dos filhos é o que está estabelecido no Pai. Sendo nosso modelo neste aspecto, Ele nos deu uma ordem que nos orienta a modelar nossa condição de vida pela sua, nos termos do seu caráter. A santidade também é motivada pelo amor dos irmãos. O amor fraternal (não fingido, constante, perseverante) é um vínculo comum, que une todos os justificados e que nos estimula a buscar a santidade. O amor que recebo e devo retribuir, me incentiva a viver sob a perspectiva do amor de Deus por mim, por meu irmão e por meu próximo. A santidade do cristão é amadurecida na união com Cristo, a pedra viva rejeitada pelos homens mas, escolhida e preciosa para Deus. Os filhos de Deus, são também quais outras pedras vivas e elas, unidas a Jesus, são parte da estrutura de uma casa espiritual, uma nova morada para habitação do próprio Espírito Santo.
Neste novo templo, os crentes constituem um sacerdócio santo, com a finalidade de prestar culto a Deus. Cada um é sacerdote em favor de si mesmo (não precisamos de intermediários para nos relacionar ou adorar a Deus) e em favor do outros (crentes ou não) diante do Senhor. Como sacerdote, ele oferece sacrifícios espirituais que se expressam em termos de adoração, submissão, obediência e serviço. No versículo 9 do capítulo 2 de sua primeira carta, o apóstolo Pedro associa BÊNÇÃO e RESPONSABILIDADE, como as duas faces de uma moeda. Embora tenham expressões distintas, elas partilham a mesma essência. A BÊNÇÃO expressa o que chegamos a ser por misericórdia do Senhor: a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido. A RESPONSABILIDADE, requer dos filhos da graça que eles ANUNCIEM em seu tempo, as grandezas daquele que os resgatou das trevas para que eles vivam sob sua luz no reino do seu Filho de amor. Isto me lembra o tema do DESPERTAR 2003 “Jovens Fiéis no Mundo de Hoje” e sua divisa desafiadora: “Pois como poderei ver o mal que virá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?” (Ester 8:6). É nossa responsabilidade utilizar a força da nossa juventude para ANUNCIAR as grandezas do nosso Pai, pois somos sua GERAÇÃO ELEITA – Deus nos escolheu como povo para sermos testemunhas da redenção que Ele promoveu; somos o seu SACERDÓCIO REAL – Ele nos constituiu para exercer o sacerdócio, como expressão da nossa cidadania; fomos separados como NAÇÃO SANTA porque o Senhor deseja que nossa vida expresse na nossa adoração e no serviço, sua natureza e santidade; somos seu POVO ADQUIRIDO – Deus nos criou e nos resgatou, para nos ter como sua possessão eterna, porque nos ama profundamente.
Porque compreenderam o significado dessas verdades, João e Pedro nos escreveram, para que definamos os contornos do nosso compromisso com o Deus de toda fidelidade, que exige santidade de caráter em seu filhos.
Ser jovem e ser fiel nestes dias, não é fácil. Mas, é possível para os que escolhem a OBEDIÊNCIA como instrumento para ser SANTO como ELE É!
Que Deus nos dê esta convicção e este nível de compromisso com Ele.
Léa de Souza dos Reis
01 de outubro de 2008;
e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno.
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real,
a nação santa, o povo adquirido,
para que anuncieis as grandezas daquele
que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
(I João 2:14b; I Pedro 2:9)
Uma das maiores aspirações na vida cristã é sermos fiéis a Deus enquanto estivermos neste mundo. A maioria dos filhos e filhas do Senhor luta constantemente com a dificuldade de manter, no compromisso com uma nova vida, o padrão proposto nas Escrituras. De uma forma mais intensa, os jovens têm que lidar com a pressão que se estabelece na luta por manter-se fiéis a Deus.
Os valores e os padrões que a Palavra de Deus estabelece e exige do crente em Jesus Cristo, são um desafio diário para todos mas, para um jovem, eles assumem um peso diferenciado. Lidar com uma proposta de vida nos termos bíblicos é, a um só tempo, uma aspiração, um desafio e uma loucura para o jovem que, segundo a forma de viver do mundo, deveria estar aproveitando as coisas próprias da sua idade. Admitir a opção pela virgindade é “pagar o maior mico”, expor-se ao ridículo e ser considerado anormal. Recusar fumar, beber ou drogar-se é causar piedade por não saber aproveitar a vida. Não “ficar” é um desperdício das múltiplas ofertas para dar vazão aos apelos físicos dos hormônios e arriscar ser rotulado como “boiola” para os rapazes. Por todos os meios somos comprimidos e estimulados a abolir os valores e baixar os padrões espirituais.
Contudo, João e Pedro nos chamam a concentrar o nosso foco, não nas pressões e desafios que forçosamente enfrentaremos neste mundo mas, em nossa condição de filhos do Deus vivo e nas conquistas de Jesus para nos dar suporte nestes desafios e no como o Senhor nos ver a partir do sacrifício de Cristo. Estes contemporâneos de Jesus ressaltam o resultado da permanência da Palavra de Deus em nós, afirmando que somos fortes e que por vivenciá-la, vencemos o Maligno. Que Deus mesmo nos escolheu, constituiu, capacitou, tomou para si e nos santificou para servi-lo em pureza de vida e retidão de caráter.
Ser santo, num mundo conformado com todo tipo de impureza – física, moral e espiritual; exige dos filhos de Deus o mais profundo desejo e o mais disciplinado empenho em ser como Ele é. A santidade para o cristão está longe de ser apenas uma aspiração verbalizada em nossas orações ou discursos emotivos. Ela é uma exigência que testa o caráter do crente, ela deve ser modelada a partir da santidade de Deus, porque o padrão requerido dos filhos é o que está estabelecido no Pai. Sendo nosso modelo neste aspecto, Ele nos deu uma ordem que nos orienta a modelar nossa condição de vida pela sua, nos termos do seu caráter. A santidade também é motivada pelo amor dos irmãos. O amor fraternal (não fingido, constante, perseverante) é um vínculo comum, que une todos os justificados e que nos estimula a buscar a santidade. O amor que recebo e devo retribuir, me incentiva a viver sob a perspectiva do amor de Deus por mim, por meu irmão e por meu próximo. A santidade do cristão é amadurecida na união com Cristo, a pedra viva rejeitada pelos homens mas, escolhida e preciosa para Deus. Os filhos de Deus, são também quais outras pedras vivas e elas, unidas a Jesus, são parte da estrutura de uma casa espiritual, uma nova morada para habitação do próprio Espírito Santo.
Neste novo templo, os crentes constituem um sacerdócio santo, com a finalidade de prestar culto a Deus. Cada um é sacerdote em favor de si mesmo (não precisamos de intermediários para nos relacionar ou adorar a Deus) e em favor do outros (crentes ou não) diante do Senhor. Como sacerdote, ele oferece sacrifícios espirituais que se expressam em termos de adoração, submissão, obediência e serviço. No versículo 9 do capítulo 2 de sua primeira carta, o apóstolo Pedro associa BÊNÇÃO e RESPONSABILIDADE, como as duas faces de uma moeda. Embora tenham expressões distintas, elas partilham a mesma essência. A BÊNÇÃO expressa o que chegamos a ser por misericórdia do Senhor: a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido. A RESPONSABILIDADE, requer dos filhos da graça que eles ANUNCIEM em seu tempo, as grandezas daquele que os resgatou das trevas para que eles vivam sob sua luz no reino do seu Filho de amor. Isto me lembra o tema do DESPERTAR 2003 “Jovens Fiéis no Mundo de Hoje” e sua divisa desafiadora: “Pois como poderei ver o mal que virá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?” (Ester 8:6). É nossa responsabilidade utilizar a força da nossa juventude para ANUNCIAR as grandezas do nosso Pai, pois somos sua GERAÇÃO ELEITA – Deus nos escolheu como povo para sermos testemunhas da redenção que Ele promoveu; somos o seu SACERDÓCIO REAL – Ele nos constituiu para exercer o sacerdócio, como expressão da nossa cidadania; fomos separados como NAÇÃO SANTA porque o Senhor deseja que nossa vida expresse na nossa adoração e no serviço, sua natureza e santidade; somos seu POVO ADQUIRIDO – Deus nos criou e nos resgatou, para nos ter como sua possessão eterna, porque nos ama profundamente.
Porque compreenderam o significado dessas verdades, João e Pedro nos escreveram, para que definamos os contornos do nosso compromisso com o Deus de toda fidelidade, que exige santidade de caráter em seu filhos.
Ser jovem e ser fiel nestes dias, não é fácil. Mas, é possível para os que escolhem a OBEDIÊNCIA como instrumento para ser SANTO como ELE É!
Que Deus nos dê esta convicção e este nível de compromisso com Ele.
Léa de Souza dos Reis
01 de outubro de 2008;

8 comentários:
Se ser careta é ser tudo isso que está descrito no texto, então eu sou mesmo!!!
Abraço!
Irmã Léa, o texto é muito bom, me leva a querer entender ainda mais a profundidade de ser a Geração Eleita, Sacerdócio Real, Nação Santa e Povo adquirido, que acredito que sei muito menos do q deveria (vale um texto para cada um desses n vale? hehe).
Desculpe pela demora em vir aqui, ler o texto mais uma vez 'aqui' e comentar. N estava nas melhores semanas. Mas o q importa? A senhora sempre estará aqui para me ajudar a continuar a ser careta. Obrigada! Perdoe as falhas! Obrigada pelo amor sincero!
Ah! Amei a foto! Tô ótima! Bem no centro....hehehe
Irmã Léa... depois de ler esse texto fico pensando nas minhas convicções... e o que me leva a servir a Deus...Espero amadurecer o suficiente para saber que sigo a Deus por convicção própria. Você é uma benção na minha vida... Brigada pelos texto edificante.
beijos!
Amém...
Essa é a primeira vez que vou deixar um comentário(mas isso não significa que seja a primeira que visito seu blog hehehe).
Irmã Léa que a senhora continue sendo essa benção em nossas vidas, sendo usada pelo Senhor para trazer as palavras certas, na hora certa para cada um de nós. Que o Senhor continue lhe dando força pra continuar, derramando sobre a senhora as mais ricas bençãos.
Eu sou careta e me orgulho disso!!!
bjoks e queijos!!!!
Grande Léa,
Que edificação para os jovens! Que reflexão para os maduros na fé! Que desafio tremendo para os dias de hoje, especialmente aos que são jovens inseridos num contexto social totalmente adverso às verdades bíblicas! Não é fácil, mas é possível. Precisamos orar muitíssimo e nos fortalecermos na graça e no poder de Deus.
Fui de um época em que ser jovem e ainda por cima crente, era quase um sinônimo de pureza. Não nos importávamos com os comentários de outras pessoas sobre o que deixávamos de fazer e o que fazíamos. Éramos, na verdade, cobrados a viver de forma diferente..éramos "caretas" assumidos sem qualquer constrangimento.
Hoje, para não sermos "caretas", (termo que nem é mais usado)somos os "agentes secretos" de Jesus Cristo, num mundo que clama por uma atuação mais contundente dos filhos de Deus.
Parabéns pelo texto. Edificou muito minha vida.
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