segunda-feira, 10 de novembro de 2008

E se eles se calassem, o que nós teríamos perdido?


“Mas quando o Espírito Santo descer
Sobre vocês, então recebereis poder para testemunhar
com grande efeito ao povo de Jerusalém.
de toda Judéia, de Samaria e até dos confins da terra,
a respeito da minha morte e ressurreição
(Atos 1:8)

Você já se fez esta pergunta? Já pensou no quanto perdeu porque alguém poderia acrescentar coisas boas à sua vida, se calou e não o fez? O que você, por poder e não fazer, a cada oportunidade que surgiu, não disse, não deu ou não ofereceu que deixou a vida de alguém mais pobre? Eu sim, eu me perguntei. Eu pensei a respeito quando parei para pensar em Atos 1:8 e nas testemunhas dos últimos contatos com Jesus antes que Ele subisse aos céus. Eles receberam diretamente do seu Mestre e Senhor uma promessa e uma missão. Eram testemunhas oculares de fatos e experiências que mais ninguém possuía e seu dever era multiplicar este testemunho com tantos quantos pudessem. O poder para tornar isso possível, viria da doação do Espírito Santo pelo próprio Jesus, num ato publico, sobrenatural e incontestável.
Daquelas testemunhas, três me atraíram a atenção para os destaques na resposta da pergunta que fiz a mim e a você. A quarta, não estava presente naquela hora, mas recebeu o privilégio de um encontro revelador com Jesus e neste encontro foi designado como “instrumento escolhido para levar o meu nome [de Jesus] perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (Atos 9:15). Pedro, João, Tiago e Paulo testemunharam e experimentaram coisas pessoias e fatos reais que lhes conferiram autoridade como testemunhas, mas eles tinham a liberdade, como todos nós temos, de não assumirem a responsabilidade de partilhar seu testemunho; ainda mais sabendo que faze-lo exporia suas vidas e riscos incalculáveis.
E se eles se calassem?
Se João se calasse, se ele não testemunhasse do que ouviu, viu, contemplou e tocou; “a vida manifestada”. não saberíamos que Cristo é Luz e o nosso Advogado. Que Deus é Amor e como podemos provar nosso amor a Ele. Mas Ele escolheu não se calar, optou por testemunhar para que tivéssemos comunhão com Ele e tendo com Ele “também tivéssemos com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo”.
Se Pedro se negasse a falar, como saberíamos que somos a nova geração de Deus, seu sacerdócio real e espiritual, que fomos chamados para bendizer? Se ele não falasse, não receberíamos as exortações que nos ajudam no cumprimento dos mandamentos do Senhor e a assemelhar-nos nestas atitudes, Àquele que nos deu exemplo. Nem seríamos exortados ao dever da humildade (como submissão a Deus) e da vigilância (como atitude preventiva contra o diabo, nosso adversário). Como João, Pedro pagou o preço de testemunhar de Jesus porque sua escolha pessoal foi obedecer e temer só a Deus.
Se Tiago tivesse negligenciado a importância do seu testemunho para os que ainda não criam, não descobriríamos a alegria possível para quem recebeu Jesus como Senhor e Salvador, nas provas e tentações. Não seríamos alertados do risco que representam os desejos carnais não controlados em sua atração e engano, para a vida do cristão. Desconheceríamos os benefícios de praticar a palavra de Deus, para o nosso desenvolvimento como pessoas transformadas. Ignoraríamos a honra devida ao trato igualitário aos irmãos e ao próximo, que peca o que faz acepção de pessoas. Não seríamos instruídos sobre a inconsistência da fé sem obras pois se requer no cristão, que estas demonstrem a prova daquela. Não teríamos sido exortados a dominar a nossa língua e a resistir às paixões carnais pela sujeição a Deus e resistência ao nosso adversário;ao exercício da paciência no suportar aflições esperando na misericórdia e compaixão do Senhor; à honra e firmeza da palavra, para não sermos condenados;à ministração uns aos outros pela oração, louvor, confissão e intercessão. Quão grande seria nossa perda se Tiago se esquivasse da missão que Jesus lhe entregou. Mas, louvado seja Deus porque não o fez.
E se Paulo alegasse que não recebera diretamente naquela ocasião esta responsabilidade e se calasse? O que teríamos perdido? Para começar, não seríamos exortados a a perseverar na pureza doutrinária dos ensinos de Jesus e a pregar em toda oportunidade. Ao repasse do legado da Palavra e à precaução contra contender, contaminar a si e aos outros com palavras inúteis e profanas porque somos selados como pertencentes a Deus e separados como justos. Perderíamos instruções preciosas quanto à purificação para honra, santidade e utilidade, preparados para toda boa obra;à brandura, ensino paciente e correção com mansidão dos que resistem sob a influência do Diabo. Nunca descobriríamos o quanto é decisiva a intercessão pelos que exercem autoridade sobre nós nesta sociedade. Que há um só Deus e um só Mediador entre ele e os homens – Cristo Jesus, homem. Que todos somos úteis e temos que assumir a responsabilidade disso, quer mulheres, pastores, líderes e servos, ninguém tem desculpa. Que cobiça em que lidera, certamente corromperá seu ensino, gerando desvio e pecado tanto em quem ensina quanto em quem aprende. Que a vida de todo cristão deve ser exemplar.
Ah, se eles se calassem! Se eles se calassem, se omitissem, não se desafiassem nem se superassem; o prejuízo seria incalculável, mas eles ousaram obedecer e fortaleceram sua fé, seu amor e seu compromisso com seu Senhor e Mestre e construíram para nós um legado que abençoou as vidas dos perdidos que Jesus quis alcançar e entre eles, estamos nós, que somos fruto do que eles plantaram e por isso devemos ser sementes no repasse deste legado que foi missão deles no passado e é nossa no presente. Para que nada se perca e os que ainda não se salvaram tenham uma oportunidade de salvação, como você e eu tivemos.
Se eles não se calaram, eu também não posso faze-lo!

Léa de Souza dos Reis
São Luis, 08/11/08
(intercessão por “Minha Esperança”
somos Lar MATEUS)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Parceiros do Sonho...



Queridos, esta é para agradecer as visitas e especialmente os comentários ao nosso blog EU TENHO UM SONHO. Quando compartilhei no começo deste ano que eu tentaria publicar parte do que Deus me dera enquanto não concretizasse o projeto do livro, com meu marido e pastor; não imaginava que isto também vinha do Senhor para completar a forma que eu gostaria de dar ao meu sonho. Como costumo escrever quase tudo que penso, crio, projeto ou programo, eis literalmente o que escrevi no início de 2008: enquanto o projeto do livro não se torna fato, seria bom publicar o material possível nos meios de comunicação a que temos acesso, ou aos que estivermos ligados. Associar temática a meios, vias e datas (conversar com Jô – cunhada - pode ajudar.
Na minha visão (pela fé) do meu livro publicado, eu precederia cada texto com “mini-texto” referente ao tema subseqüente. Comecei, inclusive, há algum tempo, a ensaiar para alguns temas e escrevi alguns: “Nada Sem Jesus” (formato original), “Lágrimas e Máscaras” (parte dele também foi postado), “O Deus das Chances e Oportunidade” (publiquei no blog), “Visão China” (e-mail sobre projeto missionário”, “Dar de Si”, “O Atleta Cristão”.
O blog nos uniu, creio que por vontade e inspiração de Deus. Nele posso estar com pessoas que me amam e aprendi a amar, quando compartilho com elas o que experimentei e recebi do meu Pai. O dom é dele, eu apenas o exerço para edificar meus irmãos e meu próximo. O que escrevo é o que vivo, sinto, creio e espero. Quando compartilho, não crio ou fantasio, apenas expresso o que ficou no meu coração e na minha alma, que é fruto de oração, meditação e leitura da Palavra, de falar e ouvir o meu Deus e Pai. É resultado da influência do Espírito Santo e da presença constante de Jesus. Neste espaço de troca e de comunhão, tenho recebido de vocês, que deixaram comentários, contribuições que creio vão ajudar a dar contorno à forma que idealizei. Desejo publicar alguns deles integrando-os ao livro do modo que me referi antes. Desde já agradeço a concessão e a contribuição amorosa de cada um que usou o seu tempo para abençoar este sonho, lendo e/ou comentando o que escrevi. Que o Senhor lhes dê o retorno em bênção.
Por favor, me digam o que acham e me autorizem a faze-lo identificando-se.

Com gratidão!
Léa de Souza dos Reis
São Luis, 06 de novembro de 2008.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

REPENSANDO NOSSA CAMINHADA COMO PAIS


“E vós, pais… criai-os na disciplina e admoestação do Senhor” (Efésios 6.4)

A vida em comunhão tem sua primeira possibilidade para o ser humano com a família: Pai, Mãe e Filhos vivendo dentro da alternativa criada por Deus para que eles se desenvolvam integralmente.
Nos concentraremos na reflexão sobre um dos aspectos da comunhão em família: O RELACIONAMENTO PAIS E FILHOS.
As Escrituras nos esclarecem sobre a vida familiar bem sucedida.
Temos um período de 18 anos para cumprir nossos deveres como pais, assumindo a responsabilidade pela educação completa deles visando o seu bem. Percebemos a importância do relacionamento para que tudo aconteça. Se o relacionamento vai bem, a comunhão se aprofunda e ambos os lados – PAIS e FILHOS cooperam para que o processo de desenvolvimento e maturidade aconteça. O contrário também é verdade.
Vamos dar uma olhada no que acontece de verdade hoje em nossa realidade..
Analisando nossas vidas como pais:
* Que tipo de valores nossos filhos têm aprendido?
1 – Nos entregamos a anseios que nos levam a construir sonhos efêmeros e temporários de ter e dar o melhor para a família. Para isso nos dedicamos integralmente ao trabalho como meio de realizar nossos sonhos e ideais. Deixamos nossos filhos com “cuidadores” em escolas, em creches ou à mercê da TV e da NET. Eles aprendem com isso que o homem vale o que possui ou alcança e que para chegar lá você pode substituir sua presença com coisas e presentes.
2 – Desejamos que nossos filhos cresçam pacientes, bondosos, considerando os outros (nem sempre somos assim).
3 – Cremos na integridade, na honestidade e intencionamos ver em nossos filhos essas qualidades (Alguns sonegam imposto de renda e não são dizimistas fiéis).
4 – Tomamos posição veemente contra drogas (às vezes em casa convivem com álcool, fumo e excessos em medicação).
5 – Sonhamos que venham a ter um casamento feliz e harmonioso (E uma boa parte tem convivido com brigas e até separações).
* O que os nossos filhos assimilam em relação às prioridades da vida?
- Percebem que não valorizamos relacionamentos familiares como deveríamos mas dinheiro, realização pessoal e profissional nos obceca.
* O que aprendem sobre moralidade?
- Em frente à TV, assistem horas de violência, sexo e infidelidade conjugal; navegando na rede permanecem horas à fio em contato com todo tipo de lixo pernicioso que fazem apologia à exibição e degradação física, moral e espiritual que vão do incentivo à magreza, passam pelo uso das drogas socialmente aceitas (como fumo e álcool), estimulam a luxúria e a libido com pornografia e uso abusivo do sexo, continuando num crescendo e vão aos extremos da pedofilia, sob nosso consentimento e patrocínio.
Como pais, às vezes nos esquecemos que nossos filhos nos observam atentamente e aprendem decisiva mas, inconscientemente.
O que faremos para redirecionar nosso caminho como pais dentro do propósito de Deus?
Novamente a Palavra do Senhor nos aponta o caminho: “Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar”. (Isaías 48:17). Voltemos nosso coração e nossos olhos para o Senhor e suas instruções e busquemos renovar nosso conserto com Ele, pelo arrependimento, confissão e decisão de restabelecer os cuidados espirituais com a nossa família. Só Ele pode nos enviar socorro e capacitação para fazê-lo. Façamos uma avaliação sincera da nossa caminhada como pais e nos disponhamos a lutar com todas as nossas energias para que nossos filhos sejam reconhecidos como “descendência bendita do Senhor” (Isaías 61:9).

Léa de Souza dos Reis.
São Luis, 26 de Outubro de 2008

Ser Discípulo Nos Termos de Jesus


“...qualquer de vós, que não renuncia a tudo
quanto tem, não pode ser meu discípulo”.
(Lucas 14:33)


Aceitar o convite para seguir Jesus, em princípio, testará nossa dedicação a Ele e nossa disposição de aprender com o seu exemplo de lealdade e obediência. Isto significa dizer que o resultado deste teste inicial nos ajudará a colocar na perspectiva certa o compromisso que queremos assumir.
Ao esclarecer os termos do seu convite, Jesus deixa claro que seus seguidores deverão ter a disposição de dar-lhe prioridade em absolutamente tudo que for nosso ou nos diga respeito. Ele usa uma expressão exagerada para nos comunicar um ensino importante.Quem se dispuser a segui-lo, deve fazer ciente das implicações e do preço a pagar por isso. Como Mestre e Senhor, deixa claro que seus seguidores e discípulos não têm a prerrogativa de contrapor seu compromisso de segui-lo e aprender com Ele a outros relacionamentos, interesses, planos pessoais ou a própria vida. Tudo deve ser entregue a Ele e por causa dEle. A primazia de tudo em nossa vida deverá ser dada a Ele e a mais ninguém.
Seguir a Cristo é um ato de vontade que deve passar, antes de ser concretizado, pela análise de todas as implicações do que isto significa para ambas as partes, isto é, tanto para o Mestre quanto para o discípulo. Só depois de considerar estas condições e certificar-nos da disposição de atendê-las, podemos segui-lo.
Examinando as condições estabelecidas por Jesus, certamente pensaremos: diante de tanta dureza, quem estará disposto a seguir o Mestre? Quantos oferecerão uma rendição tão completa? O que Jesus queria ensinar com um discurso tão radical dirigido àquela multidão no passado e a cada um que pretende faze-lo hoje? A esta altura do exame das condições estabelecidas pelo Senhor, muitos desistem de ser seus discípulos. Uns por não terem pensado bem, descobrem que não estão dispostas a submeter-se a elas. Outros decidiram sem pesar o preço que pagariam para mantê-la correspondendo ao nível de dedicação esperada. Outros ainda tentam conciliar o discipulado e o atendimento a outros níveis de relacionamentos, desejos e interesses; com a mesma qualidade. Jesus os considera indignos, por não estarem verdadeiramente dispostos a abrir mão de tudo para segui-lo.
Nosso Senhor é enfático ao dizer que não podem ser seus discípulos – os que não aborrecerem...seus laços de sangue (pai, mãe, irmãos e irmãs).- sua carne e descendência (mulher, marido e filhos) – sua vida (sendo necessário). Os que não tomarem a cruz e seguirem o mesmo caminho que Ele seguiu, conscientes do preço e do propósito do compromisso com a missão que nos deixou para continuar. O que não renuncia a tudo que considera seu. Vejamos, relacionamentos familiares, por serem laços de sangue e afetividade, podem competir com o serviço que o cristão deve prestar no reino de muitas formas. Igualmente, os que partilham a intimidade como família, pode lutar acirradamente contra a nossa dedicação ao discipulado cristão. A família pode nos fazer entrar em conflito e dificultar o nosso amadurecimento como discípulos. Posto à prova, o discípulo deverá priorizar os interesses do seu Senhor, mantendo sua lealdade, se preciso, à custa dos seus interesses, vantagens e até da própria vida.
Reação semelhante a esta que estamos analisando, ocorreu em outra ocasião quando Jesus faz outra afirmação semelhante e por causa dela os que o seguiam murmuram em João 6:41-71. O Mestre novamente faz um duro discurso e suas afirmações escandalizam seus seguidores. Conhecedor dos corações e pensamentos humanos, Jesus os questiona e confronta-os com sua incredulidade (João 6:64). Confirmando as afirmações do Mestre e o despreparo para pagar o preço de uma lealdade irrestrita como seus discípulos, muitos o abandonam e já não o seguem. Diante disso, Jesus considera oportuno refletir particularmente com os doze apóstolos, a continuidade do seu compromisso com Ele: “Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?”. A resposta deles, na voz de Simão Pedro, deve nos animar diante da seriedade da decisão que tomamos de segui-lo: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o santo de Deus”. O Senhor continua a instruir os doze e a continuidade dos seus ensinos completa o quadro daquele momento e nos auxilia grandemente em nos prevenir hoje, quando à fragilidade de uma vida cristã fundamentada em valores e motivação que não seja a fé naquele que, por misericórdia e graça provê o sustento da nossa vida humana e da nossa alma eterna. Jesus, após a afirmação de fé dos discípulos que permaneceram com ele, alerta-os que mesmo entre os doze havia quem permanecesse sem lealdade completa. Isto nos leva a compreender porque alguns dos que seguem Jesus permanecem entre os seus, mas suas vidas, continuam longe de refletir a qualidade de compromisso que o Senhor espera deles para com seu reino.
Creio que o medo do inferno e não o temor de Deus, tem “freado” em muitos cristãos o desejo de priorizar sua satisfação pessoal e a amizade declarada com o mundo, suas ofertas e valores. Se formos bem sinceros, qual seria nossa resposta se Jesus, conhecendo nossos corações e pensamentos, nos confrontasse perguntando: “Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?”. Como responderíamos? Com uma afirmação de fé e compromisso ou com arrependimento, confissão e renovação de nossa decisão como seus discípulos? Ambas as respostas certamente alegrarão o coração do nosso Senhor.
Se, no entanto, ao refletir em tudo isso, sua conclusão o puser entre aqueles que tomaram a decisão de seguir a Jesus sem avaliar as condições do Mestre e as suas como discípulo, não desista! Ele é o Deus das chances e oportunidades. Fale com Ele, abra seu coração, lhe entregue suas dúvidas, seus temores, suas aspirações. Peça-lhe ajuda para aprender a crer e a depender dele. Receba-o de todo coração em sua vida. Se o fizer, prepare-se para uma guinada positiva de 360º em sua vida jovem, adulta ou já bem vivida; lembre-se que escolher Jesus é uma atitude sempre oportuna. Muitos o fizeram no passado, outros o fazem no presente e, com certeza, haverá quem o faça no futuro.
Se você descobriu que sua lealdade a Jesus foi comprometida por passar antes pela satisfação de laços de relacionamentos, interesses sociais e profissionais, vínculos familiares ou até mesmo por você – isto pode mudar agora mesmo, se você se arrepender, confessar, decidir e entregar tudo a Jesus num ato de rendição completa e confiança absoluta.

Léa de Souza dos Reis
São Luis, 25 de outubro de 2008.