
"Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
o qual, subsistindo em forma de Deus, (...)
esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo,
tornando-se semelhante aos homens
(...)sendo obediente até a morte, e morte de cruz.(...)
Assim,...desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;
Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer
Como o realizar...” (Filipenses 2:5-7.12b-13)
Tenho pensado muito em minha resposta pessoal a essa pergunta. Ela está diretamente associada a algumas atitudes que continuam nos causando muitas dificuldades quando se trata de dar frutos em nossa vida cristã. Obedecer, adorar, confiar e cultuar, muitas vezes, para nós, tem conceitos de particular interpretação e não uma vivência enraizada nos mandamentos do Senhor com o propósito de apresentar-lhe as boas obras, resultados da nossa salvação.
Jesus confiou aos seus discípulos e à sua igreja a tarefa de “fazer ouvir” as boas novas do evangelho, ensinar a guardar (obedecer) todos os seus mandamentos e batizar em nome da Trindade santa, colocando-se como presença e poder comprometidos com a obra de missões. Quando assumimos o desafio de corresponder ao propósito de Deus de que todos ouçam e ninguém se perca; estamos a um só tempo obedecendo, adorando, confiando e cultuando verdadeiramente. Conscientemente assumimos a obra com o custo real que ela exige. Pagar o preço não é uma metáfora, quando fazemos missões. É uma parte importante e constante de amar os perdidos e os que sofrem. O custo da obra missionária é diretamente proporcional à nossa compreensão do que Jesus fez para nos salvar da morte eterna e do que podemos fazer a partir disto “para que ninguém se perca”. Há um preço a pagar, para que todos ouçam. Alguém que sabia disto não mediu os custos para que eu e você ouvíssemos. Jesus espera que nós continuemos a fazer o mesmo a te que todos tenham ouvido da tão grande salvação perada por sua morte e ressurreição.
Mais uma campanha de missões para os batistas brasileiros acontece e neste ano em meio a pressão da crise econômica que ameaça e amedronta os que se concentram nos prognósticos e soluções humanas; fomos desafiados voltar os nossos olhos para aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, se apenas nos incluirmos como parte da sua resposta ao clamor das nações. “Usa-me Senhor” é uma frase curta de profundas aplicações. Usa-me Senhor para levantar muros e tapar brechas pela intercessão, enquanto ergues tuas mãos para abençoar. Usa-me Senhor para ir ou enviar aos campos, onde há frutos prontos para ser colhidos. Para mais uma vez, os que semearam com lágrimas e os que regaram com sacrifício a semente plantada juntamente se alegrem com o crescimento que promoveste entre os que agora confessam Jesus como Senhor. Usa-me Senhor para sustentar o envio dos que estão preparados para ir. Para encher de semente as mãos dos que semeiam, para equipar com cestos os que colherão nos campos brancos, com ferramenta os que preparam o solo a ser plantado. Ajuda-me a dar mais, sempre mais, enquanto trabalhas meu entendimento aprofundando a diferença entre gasto que não aproveita e investimento no banco da eternidade, onde cada oferta rende em vidas que povoarão o céu. Usa-me Senhor! Porque se eu terminar os meus dias “gasta” por teres usado tudo o que recebi de ti para que outros conheçam o teu amor, minha vida terá valido a pena. Eis-me aqui, usa-me como parte da resposta que podes dar hoje ao clamor das nações.
Quando tomarmos esta decisão, nada será mais significante e os frutos que esperamos encherão nossas mãos, famílias, casamentos, negócios, despensas, trabalho, profissão, igrejas, vidas, enfim, o reino bendito do nosso Senhor e Cristo. Quanto custa a obra missionária? Para Deus a resposta foi o sacrifício do seu Filho Unigênito. E você, que resposta dará?
o qual, subsistindo em forma de Deus, (...)
esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo,
tornando-se semelhante aos homens
(...)sendo obediente até a morte, e morte de cruz.(...)
Assim,...desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;
Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer
Como o realizar...” (Filipenses 2:5-7.12b-13)
Tenho pensado muito em minha resposta pessoal a essa pergunta. Ela está diretamente associada a algumas atitudes que continuam nos causando muitas dificuldades quando se trata de dar frutos em nossa vida cristã. Obedecer, adorar, confiar e cultuar, muitas vezes, para nós, tem conceitos de particular interpretação e não uma vivência enraizada nos mandamentos do Senhor com o propósito de apresentar-lhe as boas obras, resultados da nossa salvação.
Jesus confiou aos seus discípulos e à sua igreja a tarefa de “fazer ouvir” as boas novas do evangelho, ensinar a guardar (obedecer) todos os seus mandamentos e batizar em nome da Trindade santa, colocando-se como presença e poder comprometidos com a obra de missões. Quando assumimos o desafio de corresponder ao propósito de Deus de que todos ouçam e ninguém se perca; estamos a um só tempo obedecendo, adorando, confiando e cultuando verdadeiramente. Conscientemente assumimos a obra com o custo real que ela exige. Pagar o preço não é uma metáfora, quando fazemos missões. É uma parte importante e constante de amar os perdidos e os que sofrem. O custo da obra missionária é diretamente proporcional à nossa compreensão do que Jesus fez para nos salvar da morte eterna e do que podemos fazer a partir disto “para que ninguém se perca”. Há um preço a pagar, para que todos ouçam. Alguém que sabia disto não mediu os custos para que eu e você ouvíssemos. Jesus espera que nós continuemos a fazer o mesmo a te que todos tenham ouvido da tão grande salvação perada por sua morte e ressurreição.
Mais uma campanha de missões para os batistas brasileiros acontece e neste ano em meio a pressão da crise econômica que ameaça e amedronta os que se concentram nos prognósticos e soluções humanas; fomos desafiados voltar os nossos olhos para aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, se apenas nos incluirmos como parte da sua resposta ao clamor das nações. “Usa-me Senhor” é uma frase curta de profundas aplicações. Usa-me Senhor para levantar muros e tapar brechas pela intercessão, enquanto ergues tuas mãos para abençoar. Usa-me Senhor para ir ou enviar aos campos, onde há frutos prontos para ser colhidos. Para mais uma vez, os que semearam com lágrimas e os que regaram com sacrifício a semente plantada juntamente se alegrem com o crescimento que promoveste entre os que agora confessam Jesus como Senhor. Usa-me Senhor para sustentar o envio dos que estão preparados para ir. Para encher de semente as mãos dos que semeiam, para equipar com cestos os que colherão nos campos brancos, com ferramenta os que preparam o solo a ser plantado. Ajuda-me a dar mais, sempre mais, enquanto trabalhas meu entendimento aprofundando a diferença entre gasto que não aproveita e investimento no banco da eternidade, onde cada oferta rende em vidas que povoarão o céu. Usa-me Senhor! Porque se eu terminar os meus dias “gasta” por teres usado tudo o que recebi de ti para que outros conheçam o teu amor, minha vida terá valido a pena. Eis-me aqui, usa-me como parte da resposta que podes dar hoje ao clamor das nações.
Quando tomarmos esta decisão, nada será mais significante e os frutos que esperamos encherão nossas mãos, famílias, casamentos, negócios, despensas, trabalho, profissão, igrejas, vidas, enfim, o reino bendito do nosso Senhor e Cristo. Quanto custa a obra missionária? Para Deus a resposta foi o sacrifício do seu Filho Unigênito. E você, que resposta dará?
Para meus filhos missionários (Leonardo e Pollyana).

2 comentários:
"O custo da obra missionária é diretamente proporcional à nossa compreensão do que Jesus fez para nos salvar da morte eterna e do que podemos fazer a partir disto"
Já havia lido parte desse texto... e essa parte que hj me chamou tanta atenção creio que já o havia lido. Incrível como Deus vai trabalhando a perspectiva da obre missionária na medida dEle.
E agora, em meio a uma nova campanha, a pergunta é: Pq quem eu (Samira) daria a minha vida?
Talvez ainda n esteja totalmente segura para responder, mas espero que a minha doação valha mais do que a minha simples existência, e espero ainda mais entender e muito mais ainda, viver isso.
Desejo que volta a produzir, em algum momento alcança alguma vida. Louvado seja Deus por isso! Bjão! Samira
"O custo da obra missionária é diretamente proporcional à nossa compreensão do que Jesus fez para nos salvar da morte eterna e do que podemos fazer a partir disto"
Já havia lido parte desse texto... e essa parte que hj me chamou tanta atenção creio que já o havia lido. Incrível como Deus vai trabalhando a perspectiva da obra missionária na medida dEle.
E agora, em meio a uma nova campanha, a pergunta é: Pq quem eu (Samira) daria a minha vida?
Talvez ainda n esteja totalmente segura para responder, mas espero que a minha doação valha mais do que a minha simples existência, e espero ainda mais entender e muito mais ainda, viver isso.
Desejo que volte a produzir, em algum momento alcança alguma vida. Louvado seja Deus por isso! Bjão! Samira
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