
“Mas quando o Espírito Santo descer
Sobre vocês, então recebereis poder para testemunhar
com grande efeito ao povo de Jerusalém.
de toda Judéia, de Samaria e até dos confins da terra,
a respeito da minha morte e ressurreição (Atos 1:8)
Você já se fez esta pergunta? Já pensou no quanto perdeu porque alguém poderia acrescentar coisas boas à sua vida, se calou e não o fez? O que você, por poder e não fazer, a cada oportunidade que surgiu, não disse, não deu ou não ofereceu que deixou a vida de alguém mais pobre? Eu sim, eu me perguntei. Eu pensei a respeito quando parei para pensar em Atos 1:8 e nas testemunhas dos últimos contatos com Jesus antes que Ele subisse aos céus. Eles receberam diretamente do seu Mestre e Senhor uma promessa e uma missão. Eram testemunhas oculares de fatos e experiências que mais ninguém possuía e seu dever era multiplicar este testemunho com tantos quantos pudessem. O poder para tornar isso possível, viria da doação do Espírito Santo pelo próprio Jesus, num ato publico, sobrenatural e incontestável.
Daquelas testemunhas, três me atraíram a atenção para os destaques na resposta da pergunta que fiz a mim e a você. A quarta, não estava presente naquela hora, mas recebeu o privilégio de um encontro revelador com Jesus e neste encontro foi designado como “instrumento escolhido para levar o meu nome [de Jesus] perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (Atos 9:15). Pedro, João, Tiago e Paulo testemunharam e experimentaram coisas pessoias e fatos reais que lhes conferiram autoridade como testemunhas, mas eles tinham a liberdade, como todos nós temos, de não assumirem a responsabilidade de partilhar seu testemunho; ainda mais sabendo que faze-lo exporia suas vidas e riscos incalculáveis.
E se eles se calassem?
Se João se calasse, se ele não testemunhasse do que ouviu, viu, contemplou e tocou; “a vida manifestada”. não saberíamos que Cristo é Luz e o nosso Advogado. Que Deus é Amor e como podemos provar nosso amor a Ele. Mas Ele escolheu não se calar, optou por testemunhar para que tivéssemos comunhão com Ele e tendo com Ele “também tivéssemos com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo”.
Se Pedro se negasse a falar, como saberíamos que somos a nova geração de Deus, seu sacerdócio real e espiritual, que fomos chamados para bendizer? Se ele não falasse, não receberíamos as exortações que nos ajudam no cumprimento dos mandamentos do Senhor e a assemelhar-nos nestas atitudes, Àquele que nos deu exemplo. Nem seríamos exortados ao dever da humildade (como submissão a Deus) e da vigilância (como atitude preventiva contra o diabo, nosso adversário). Como João, Pedro pagou o preço de testemunhar de Jesus porque sua escolha pessoal foi obedecer e temer só a Deus.
Se Tiago tivesse negligenciado a importância do seu testemunho para os que ainda não criam, não descobriríamos a alegria possível para quem recebeu Jesus como Senhor e Salvador, nas provas e tentações. Não seríamos alertados do risco que representam os desejos carnais não controlados em sua atração e engano, para a vida do cristão. Desconheceríamos os benefícios de praticar a palavra de Deus, para o nosso desenvolvimento como pessoas transformadas. Ignoraríamos a honra devida ao trato igualitário aos irmãos e ao próximo, que peca o que faz acepção de pessoas. Não seríamos instruídos sobre a inconsistência da fé sem obras pois se requer no cristão, que estas demonstrem a prova daquela. Não teríamos sido exortados a dominar a nossa língua e a resistir às paixões carnais pela sujeição a Deus e resistência ao nosso adversário;ao exercício da paciência no suportar aflições esperando na misericórdia e compaixão do Senhor; à honra e firmeza da palavra, para não sermos condenados;à ministração uns aos outros pela oração, louvor, confissão e intercessão. Quão grande seria nossa perda se Tiago se esquivasse da missão que Jesus lhe entregou. Mas, louvado seja Deus porque não o fez.
E se Paulo alegasse que não recebera diretamente naquela ocasião esta responsabilidade e se calasse? O que teríamos perdido? Para começar, não seríamos exortados a a perseverar na pureza doutrinária dos ensinos de Jesus e a pregar em toda oportunidade. Ao repasse do legado da Palavra e à precaução contra contender, contaminar a si e aos outros com palavras inúteis e profanas porque somos selados como pertencentes a Deus e separados como justos. Perderíamos instruções preciosas quanto à purificação para honra, santidade e utilidade, preparados para toda boa obra;à brandura, ensino paciente e correção com mansidão dos que resistem sob a influência do Diabo. Nunca descobriríamos o quanto é decisiva a intercessão pelos que exercem autoridade sobre nós nesta sociedade. Que há um só Deus e um só Mediador entre ele e os homens – Cristo Jesus, homem. Que todos somos úteis e temos que assumir a responsabilidade disso, quer mulheres, pastores, líderes e servos, ninguém tem desculpa. Que cobiça em que lidera, certamente corromperá seu ensino, gerando desvio e pecado tanto em quem ensina quanto em quem aprende. Que a vida de todo cristão deve ser exemplar.
Ah, se eles se calassem! Se eles se calassem, se omitissem, não se desafiassem nem se superassem; o prejuízo seria incalculável, mas eles ousaram obedecer e fortaleceram sua fé, seu amor e seu compromisso com seu Senhor e Mestre e construíram para nós um legado que abençoou as vidas dos perdidos que Jesus quis alcançar e entre eles, estamos nós, que somos fruto do que eles plantaram e por isso devemos ser sementes no repasse deste legado que foi missão deles no passado e é nossa no presente. Para que nada se perca e os que ainda não se salvaram tenham uma oportunidade de salvação, como você e eu tivemos.
Se eles não se calaram, eu também não posso faze-lo!
Léa de Souza dos Reis
São Luis, 08/11/08
(intercessão por “Minha Esperança”
somos Lar MATEUS)
Sobre vocês, então recebereis poder para testemunhar
com grande efeito ao povo de Jerusalém.
de toda Judéia, de Samaria e até dos confins da terra,
a respeito da minha morte e ressurreição (Atos 1:8)
Você já se fez esta pergunta? Já pensou no quanto perdeu porque alguém poderia acrescentar coisas boas à sua vida, se calou e não o fez? O que você, por poder e não fazer, a cada oportunidade que surgiu, não disse, não deu ou não ofereceu que deixou a vida de alguém mais pobre? Eu sim, eu me perguntei. Eu pensei a respeito quando parei para pensar em Atos 1:8 e nas testemunhas dos últimos contatos com Jesus antes que Ele subisse aos céus. Eles receberam diretamente do seu Mestre e Senhor uma promessa e uma missão. Eram testemunhas oculares de fatos e experiências que mais ninguém possuía e seu dever era multiplicar este testemunho com tantos quantos pudessem. O poder para tornar isso possível, viria da doação do Espírito Santo pelo próprio Jesus, num ato publico, sobrenatural e incontestável.
Daquelas testemunhas, três me atraíram a atenção para os destaques na resposta da pergunta que fiz a mim e a você. A quarta, não estava presente naquela hora, mas recebeu o privilégio de um encontro revelador com Jesus e neste encontro foi designado como “instrumento escolhido para levar o meu nome [de Jesus] perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel” (Atos 9:15). Pedro, João, Tiago e Paulo testemunharam e experimentaram coisas pessoias e fatos reais que lhes conferiram autoridade como testemunhas, mas eles tinham a liberdade, como todos nós temos, de não assumirem a responsabilidade de partilhar seu testemunho; ainda mais sabendo que faze-lo exporia suas vidas e riscos incalculáveis.
E se eles se calassem?
Se João se calasse, se ele não testemunhasse do que ouviu, viu, contemplou e tocou; “a vida manifestada”. não saberíamos que Cristo é Luz e o nosso Advogado. Que Deus é Amor e como podemos provar nosso amor a Ele. Mas Ele escolheu não se calar, optou por testemunhar para que tivéssemos comunhão com Ele e tendo com Ele “também tivéssemos com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo”.
Se Pedro se negasse a falar, como saberíamos que somos a nova geração de Deus, seu sacerdócio real e espiritual, que fomos chamados para bendizer? Se ele não falasse, não receberíamos as exortações que nos ajudam no cumprimento dos mandamentos do Senhor e a assemelhar-nos nestas atitudes, Àquele que nos deu exemplo. Nem seríamos exortados ao dever da humildade (como submissão a Deus) e da vigilância (como atitude preventiva contra o diabo, nosso adversário). Como João, Pedro pagou o preço de testemunhar de Jesus porque sua escolha pessoal foi obedecer e temer só a Deus.
Se Tiago tivesse negligenciado a importância do seu testemunho para os que ainda não criam, não descobriríamos a alegria possível para quem recebeu Jesus como Senhor e Salvador, nas provas e tentações. Não seríamos alertados do risco que representam os desejos carnais não controlados em sua atração e engano, para a vida do cristão. Desconheceríamos os benefícios de praticar a palavra de Deus, para o nosso desenvolvimento como pessoas transformadas. Ignoraríamos a honra devida ao trato igualitário aos irmãos e ao próximo, que peca o que faz acepção de pessoas. Não seríamos instruídos sobre a inconsistência da fé sem obras pois se requer no cristão, que estas demonstrem a prova daquela. Não teríamos sido exortados a dominar a nossa língua e a resistir às paixões carnais pela sujeição a Deus e resistência ao nosso adversário;ao exercício da paciência no suportar aflições esperando na misericórdia e compaixão do Senhor; à honra e firmeza da palavra, para não sermos condenados;à ministração uns aos outros pela oração, louvor, confissão e intercessão. Quão grande seria nossa perda se Tiago se esquivasse da missão que Jesus lhe entregou. Mas, louvado seja Deus porque não o fez.
E se Paulo alegasse que não recebera diretamente naquela ocasião esta responsabilidade e se calasse? O que teríamos perdido? Para começar, não seríamos exortados a a perseverar na pureza doutrinária dos ensinos de Jesus e a pregar em toda oportunidade. Ao repasse do legado da Palavra e à precaução contra contender, contaminar a si e aos outros com palavras inúteis e profanas porque somos selados como pertencentes a Deus e separados como justos. Perderíamos instruções preciosas quanto à purificação para honra, santidade e utilidade, preparados para toda boa obra;à brandura, ensino paciente e correção com mansidão dos que resistem sob a influência do Diabo. Nunca descobriríamos o quanto é decisiva a intercessão pelos que exercem autoridade sobre nós nesta sociedade. Que há um só Deus e um só Mediador entre ele e os homens – Cristo Jesus, homem. Que todos somos úteis e temos que assumir a responsabilidade disso, quer mulheres, pastores, líderes e servos, ninguém tem desculpa. Que cobiça em que lidera, certamente corromperá seu ensino, gerando desvio e pecado tanto em quem ensina quanto em quem aprende. Que a vida de todo cristão deve ser exemplar.
Ah, se eles se calassem! Se eles se calassem, se omitissem, não se desafiassem nem se superassem; o prejuízo seria incalculável, mas eles ousaram obedecer e fortaleceram sua fé, seu amor e seu compromisso com seu Senhor e Mestre e construíram para nós um legado que abençoou as vidas dos perdidos que Jesus quis alcançar e entre eles, estamos nós, que somos fruto do que eles plantaram e por isso devemos ser sementes no repasse deste legado que foi missão deles no passado e é nossa no presente. Para que nada se perca e os que ainda não se salvaram tenham uma oportunidade de salvação, como você e eu tivemos.
Se eles não se calaram, eu também não posso faze-lo!
Léa de Souza dos Reis
São Luis, 08/11/08
(intercessão por “Minha Esperança”
somos Lar MATEUS)

2 comentários:
Oi!!
Irmã Leá seu blog tah lindo,continue colocando esse talento tão precioso ao serviço do senhor.
Bjus !
Saudades!
;D
..Queriiiida..irmã léa!!!
...li o ultimo txt hj e realmente
me questionei,a cerca do qto tenho me calado e n acrescentado, e do qto "eles" n terem se calado gerou frutos em minha vida..
é responsabilidade nossa,caso contrário,uma pedrinha qualquer pode "hablar" em meu lugar!!..
Ricas palavras viu!!
Deus abençoe sua vida + e + !!
bjo grande
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